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Dossiê de um nome de esmalte Ou: como é o processo criativo da Risqué

Você também é dessas que repara no nome do esmalte? Sempre surge um melhor que o outro e a gente fica se perguntando quem foi o gênio que inventou isso. De nomes próprios como Bali e Barcelona a mais criativos como Santa Gula e Agrada a gregos e troianos, é sempre uma surpresa quando as coleções saem.

Os mais diferentes geralmente vêm da Risqué, que inclusive entrou na caixa em parceria com a Cosmopolitan Brasil com aqueles produtos que ganharam o prêmio Cosmo de Beleza. Nós, particularmente, adoramos toda a coleção “Colecionistas”, mas foi o “Meu Souvenirs” que acabou com o posto de um dos melhores de 2015.

Enfim, a curiosidade aumentou e aí fomos perguntar para a equipe Risqué como são escolhidas as cores e os nomes do esmalte e qual a história por trás dessa coleção, em específico. Vem matar a curiosidade também:

Como funciona a escolha de cores de cada coleção? E a escolha dos nomes, pode nos contar um pouco sobre o processo?

Para selecionar as cores de cada nova coleção, Risqué realiza um levantamento de tendências em moda, arte e decoração e mapeia as cores que surgem de maneira recorrente em tecidos e objetos. Durante esta pesquisa são escolhidos os tons e acabamentos dos esmaltes.

A responsabilidade por criar e aprovar os nomes é de uma equipe multifuncional da companhia, liderada pelo marketing, que possui grande vivência e experiência nesse processo, o que garante nomes memoráveis e um alto grau de acerto. Risqué se tornou referência nesse tema. Os profissionais envolvidos utilizam pesquisas de tendências comportamentais e também uma dose de criatividade coletiva. Os nomes das cores são escolhidos de acordo com o conceito desenvolvido para a coleção ou edição ou fazem referência às próprias cores. Mas o mais importante é que o nome seja bastante lúdico e faça alguma alusão ao que aquela cor representa, assim fica mais fácil memorizar e virar uma mania entre as mulheres. A criatividade e o humor também podem ser usados. Nossa experiência é que isso cria um laço mais emocional entre a marca, a cor e a consumidora, virando assunto.

 

No caso da Colecionistas, em específico, como vocês chegaram ao conceito?

De acordo com uma macro-tendência em vigência, que faz referência ao resgate do passado e a recorrência dessa onda vintage, Risqué buscou temas que pudessem de alguma maneira reviver o passado, mas de um jeito atual e divertido. E nada mais interessante que o universo dos colecionadores para representar essa tendência. Afinal, quem nunca guardou fotos e postais de viagens – nem sempre nossas –, ou ainda escolheu aquela xícara de uma inesquecível viagem, para ter o gostinho de se transportar para aquele momento, entre um gole e outro de café? E podemos imaginar os pulos de alegria do colecionador de discos, ao encontrar o último que faltava para completar uma discografia. Ou ainda, como é difícil se desfazer dos livros queridos, ou aqueles que possuem uma dedicatória especial...

O tema do conceito se mostra engajador e criador de histórias, por representar lembranças eternizadas, memórias e objetos que são valiosos para quem os coleciona. Além disso, o ato de colecionar faz ou fez parte do dia a dia da maioria das pessoas, em algum momento de suas vidas.

Tem outro dilema de beleza que te acompanha pela vida? Divide com a gente (:

 

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