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5 dicas para estudar línguas estrangeiras sozinho Sim, você pode. E não é tão difícil quanto parece!

 

- Foto: Radhiance -

 

A crise não tá pra brincadeira, mas a gente ainda quer ir pra França comer croissant e conhecer o Louvre, né? Só que passear na França sem saber falar um bonjour não tem graça. O mesmo vale para qualquer outro país. Por isso, hoje eu trouxe algumas dicas para você que, como eu, adora viajar e que gosta de ter uma verdadeira imersão no local quando o faz. Saber a língua é essencial e, para isso, não é necessário gastar rios de dinheiros com cursos (embora, claro, seja uma opção válida). Você pode estudar sozinho e ainda assim não se humilhar lá fora! Loucura? Que nada! Segura na minha mão que não tem erro:

 

- Arranje uns livros. Primeiramente, quero dizer que material de referência é necessário para aprender uma nova língua. Então, minha dica é: pesquise, tanto na internet como entre amigos, e veja o que encaixa melhor com você. O que você vai precisar, certamente, é uma gramática, um livro didático que te permita ser autodidata (tem uns que supõe a presença de um professor) e, talvez, um dicionário (prefiro versões em app, bem mais práticas). Já identificou os livros que te ajudarão a estudar essa língua que você tanto curte? Então dê uma olhadinha no sebo mais próximo da sua casa (ou na Estante Virtual) e procure-os. Não creio que valha muito à pena comprar livro didático do zero, porque é TÃO mais caro e o conteúdo, no fim, é exatamente o mesmo.

 

- Cerque-se da cultura daquele país. Para aprender verdadeiramente uma língua, você precisa entender o contexto que a cerca. E mergulhar na cultura do país em questão é uma forma comprovada de entender melhor esse contexto e entrar mais em contato com a língua que você quer aprender. Músicas, filmes, seriados, livros, blogs, perfis em redes sociais – qualquer coisa vale. Tudo para entender melhor as pessoas que falam essa língua.

 

- Use diariamente. Encontre um amigo que saiba essa língua e treine com ele. Escreva um diário. Leia livros, veja filmes. Use a língua que você estiver aprendendo no seu dia a dia, nem que seja de uma forma discreta. Você precisa trazê-la para o seu cotidiano, pois o que nós não usamos o nosso cérebro coloca lá nas prateleiras mais altas e de difícil acesso e, quando a gente vê, não lembra mais de nada e todos as nossas horas de estudo foram jogadas no lixo.

 

- Separe um tempinho para estudar. Eu sei, eu sei, esse mundo é uma loucura. Mas como que se aprende algo sem dar sequer um tempinho do nosso dia para esse algo? O ideal é um bloco de tempo, nem que seja de 30 minutos, todos os dias. E não precisa ser estudo ‘nariz no livro’. Você pode escutar um podcast, fazer as lições de vocabulário do Duolingo, conversar naquela língua com um amigo – a ideia é aumentar seus conhecimentos, o ‘como’ é você quem decide.

 

- Tenha paciência. Há línguas que demoram mais tempo para aprender, há línguas que demoram menos. Tudo depende da nossa rapidez na absorção do conhecimento, da nossa familiaridade com a raiz daquela língua e até mesmo da nossa capacidade de fazer um r gutural – pense num negócio ruim pra garganta. Tenho a impressão de que aprender línguas é algo que acontece como se apaixonar – aos poucos e de repente. Então ser paciente é uma boa ideia. Dê tempo ao tempo. ;)

 

E você, tem alguma outra dica legal? Deixa aí nos comentários!


AMANDA ARRUDA

25 anos e taurina da gema. Mais perdida que cego em tiroteio, mas segue vivendo como se soubesse de tudo e não fosse cair no próximo buraco a qualquer momento. Gosta de perseguir as grandes (e pequenas) verdades da vida e depois contar tudo no seu blog.

 

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