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Por que “The Handmaid’s Tale” é a série mais comentada do ano Drama com Elizabeth Moss é chocante, perturbador, mas necessário

 

No conforto das nossas casas, pouco pensamos sobre o estado real do mundo. Sabe, não estamos vivendo o melhor momento. Lá nos Estados Unidos, o Presidente Trump causa controvérsia. Aqui no Brasil, a corrupção parece não acabar nunca… dá para ser pior? A série “The Handmaid’s Tale” diz que sim, sempre dá para piorar. E muito.

 

 

Imagine só se os Estados Unidos fossem dominados por padrões religiosos e patriarcado, onde todas as mulheres fossem usadas para reprodução. Só para isso. Além de sofrerem abusos físicos e psicológicos. Pensou? Esse cenário completamente fora da realidade é o pano de fundo para a série, que chamou a atenção do público de uma maneira nada confortável.

 

Com cenas de estupro assistidos e muitas agressões, a série quer mesmo chocar e provocar sensações. É impossível assistir ao drama de June e ficar indiferente. Separada da filha e do marido, ela vira prisioneira de um casal que não consegue engravidar. Todo mês, nos seus dias férteis, participa de um ritual que eles chamam de “Cerimônia”. O homem da casa, o Comandante, precisa inseminar a Aia, com a presença da esposa no quarto.

 

Com personagens bem construídos, Elizabeth Moss dá show como protagonista. As indicações e prêmios não são por acaso; são 13 indicações ao Emmy. Em dias de feminismo, a série faz-se necessária como ponto de partida nas discussões sobre diversos temas acerca da sociedade em que vivemos. Tudo é ficção, mas nada pode deixar de ser falado. Mesmo que os argumentos saiam de uma série nada fácil de ser assistida. Pesada, profunda. Mas vale a pena.

 

 

Para ver os dez episódios da primeira temporada, você vai precisar procurar na internet. Não é difícil de achar, prometo! E me fale o que você achou quando terminar, combinado? Te espero no @ferrarinathalia no Instagram!!

 


Nathalia Ferrari

Nathalia Ferrari é jornalista e fã da cultura pop; venera Madonna e Britney acima de todas as coisas. Apesar de nascida nos anos 90, não foi angeliquete, nem chiquitita. Superou essas e outras dificuldades. Viciada em maquiagem e chocolate. Sabe explicar a regra do impedimento e a linhagem Kardashian.

 

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