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Três motivos para assistir “O Rei do Show” O musical que vai te emocionar no cinema

 

 

Hugh Jackman é um showman, de verdade! Seu último papel no cinema como P.T. Barnum é só uma constatação do título; o eterno Wolverine já havia mostrado seu talento vocal antes, mas em o “O Rei do Show” tudo fica tão mágico que eu te desafio a não chorar no cinema! Listei três motivos para você ir ao cinema conferir o musical, lá vão eles:

 

 

  • Hugh Jackman dança e canta com naturalidade

Sim, ele é e sempre será o Wolverine… sabe, aquele bruto de coração bom. Mas eu te garanto que você vai esquecer do passado marcante do ator ao assistir “O Rei do Show”. As performances são visualmente lindas, de te fazer suspirar e além disso, Jackman dá conta dos passos e das notas, principalmente as mais altas e difíceis. Talento à la Broadway ele já provou antes, no remake de 2012 de “Les Miserables” e no memorável ato de abertura do Oscar 2009 ao lado de Anne Hathaway.

 

  • Todos temos um lugar no mundo

O tratamento hollywoodiano que P.T. Barnum recebeu em o “O Rei do Show” deveria receber um agradecimento do além! Falando sério, não tenho a mínima ideia se P.T. Barnum era um homem tão bom quanto o filme mostra, mas a temática inclusiva é o grande trunfo do longa. Há registros da época que colocam Barnum como um oportunista que se aproveitou de seus “freaks” para lucrar e fazer publicidade em benefício próprio. Verdade ou não, o filme mostra tudo isso sob uma luz muito mais otimista e que realmente deve valer. Todos temos um lugar no mundo, algo para mostrar. No filme, Barnum recruta pessoas excêntricas que são marginalizadas pela sociedade e as transforma em estrelas. Inspirador! No ponto!

 

  • A melhor trilha-sonora em anos

Apesar da história passar no século XIX, as canções receberam tratamento pop contemporâneo e tranquilamente poderiam tocar nas rádios. Aliás, recomendo que antes e depois de ver o filme, você se entregue completamente à esta trilha sonora. Pasek e Paul são os compositores por trás da magnífica trilha. Também pudera, ambos fizeram músicas para o icônico seriado “Smash” e trabalharam com Justin Hurwitz em “La La Land”... nada mais a acrescentar!

“This is Me”, a música central do filme é um acontecimento à parte com a brilhante rendição de Keala Settle. Todo o significado da letra fica ainda mais forte com a interpretação da atriz, uma grande revelação neste ano. A versão pop da faixa, que vai para as rádios, está muito bem servida na voz de Kesha. Depois de todo o histórico de abuso, não haveria melhor escolha para segunda intérprete.

 

Vá ao cinema antes que saia de cartaz e junte-se à mim nesta torcida por um Oscar para Hugh Jackman. Eu acredito! Ele merece, ele merece!


Nathalia Ferrari

Nathalia Ferrari é jornalista e fã da cultura pop; venera Madonna e Britney acima de todas as coisas. Apesar de nascida nos anos 90, não foi angeliquete, nem chiquitita. Superou essas e outras dificuldades. Viciada em maquiagem e chocolate. Sabe explicar a regra do impedimento e a linhagem Kardashian.

 

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